sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Pai





Poema guardado em um peito calado
Pepitas de ouro, brilhante, ar puro.
Encanto, segurança em cada sorriso.
Um enorme abrigo... amigo.

Pensamentos sinceros,
Opiniões sensatas,
Presença confortante,
Nas horas ingratas.

Nas minhas manhãs
O teu rosto...
...é a marca do dia.
Raios solares trazendo alegria.
Nas tardes tua voz
Só palavras amigas,
Mostrando o caminho me dizendo
- Sigas!


Nas noites tú és meu conforto.
Carinho, ternura,
amizade pura.
O pai de todo dia... aconchego, pôrto!


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